Se é titular de uma farmácia, saberá certamente que ela não vive numa bolha. Num contexto como o atual, é fundamental saber como identificar e avaliar o comportamento estratégico dos seus concorrentes, de forma a ganhar competitividade e aumentar a sua rentabilidade. Descubra, neste artigo, qual a importância do benchmarking para a sua farmácia!

Benchmarking: do que se trata?

Antes de mais, existem duas categorias principais de benchmarking: o interno e o externo. Quando se fala em benchmarking interno, fala-se da análise e comparação do desempenho de diferentes equipas, indivíduos, categorias de produtos ou serviços disponibilizados pela empresa. Por outro lado, o benchmarking externo compara o desempenho do seu negócio com o de outras empresas. Tratando-se, portanto, de um processo de avaliação que visa compreender a presença do seu negócio no mercado através da análise da concorrência.

Fundamentalmente, o benchmarking é uma técnica de gestão que implica a mutação de estratégias de venda, do sortido de produtos comercializados e até mesmo de processos internos, tendo por base a identificação e avaliação dos seus concorrentes. Assim, as técnicas utilizadas no benchmarking pretendem, em última análise, compreender determinados padrões existentes no mercado e medir o seu impacto nos níveis de satisfação dos utentes. Ora, este sistema de comparação contínua conduz, inevitavelmente, à implementação de melhorias que melhoram a performance comercial da farmácia.

Benchmarking: como se processa?

No benchmarking, devemos partir do pressuposto de que a melhor forma de ganhar competitividade é através da total e completa compreensão do mercado e do público-alvo. Ou seja, é da responsabilidade do proprietário da farmácia não se deixar condicionar pela rotina, ajustando a estratégia empresarial da farmácia de forma contínua e sustentada. Portanto, o primeiro passo é analisar o ambiente competitivo onde a farmácia se insere, identificando as estratégias adotadas pelos seus concorrentes, mas como é que isso se faz?

Bem, antes de mais, trate de saber quais são os pontos de referência locais, os hábitos de consumo do seu público-alvo, as campanhas promocionais adotadas pela sua concorrência e os meios de comunicação utilizados para atrair novos utentes. No benchmarking, esta informação garante a otimização dos recursos da sua farmácia, assegurando que estes não são empregues em vão. Por isso, uma vez identificados os concorrentes atuais, deve considerar variáveis como:

– Qual é a localização da sua farmácia?

– Quais os recursos financeiros que tem à disposição?

– Como define a sua capacidade de gestão e processamento de dados?

– Qual é a atual estratégia de marketing da sua farmácia?

Finalmente, o último passo é definir as ações competitivas que a sua farmácia pode levar a cabo. Isto poderá implicar ajustes como a redução dos preços ou a expansão da oferta a novas categorias de produtos ou serviços.

Seja como for, quer se trate de benchmarking interno ou externo, estes dados ajudam farmácia a mitigar o risco de qualquer investimento, melhorar a qualidade dos serviços prestados ou incrementar os níveis de satisfação dos seus utentes. O mais importante, contudo, é envolver todo o pessoal da farmácia num processo conjunto de melhoria, comunicando os resultados a todas as partes interessadas.

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