Hoje em dia, é possível encontrar códigos QR em todo o lado, mas nem sempre foi assim. Criados pela empresa japonesa Denso Wave, os códigos QR têm vindo a crescer em popularidade desde o início dos anos 2000, período marcado pela cavalgante difusão dos smartphones.

De forma geral, os códigos QR são códigos de barras bidimensionais (2D) com uma maior capacidade de armazenamento de dados que os códigos de barras ditos tradicionais. Atualmente, estas estranhas impressões a preto e branco oferecem acesso rápido a conteúdo multimédia, com informações sobre produtos, serviços, locais, etc. Uma facilidade de utilização que está na origem de sigla QR (que significa “Quick Response” ou, em português, “Resposta Rápida”), já que basta apontar o leitor de códigos QR do seu smartphone para a impressão e voilá: tem toda a informação que procura na palma da sua mão!

A utilização de Códigos QR no setor da Saúde

Apesar de ser detentora da patente, a Denso Wave distribuiu a tecnologia por detrás dos códigos QR de forma gratuita. Como tal, atualmente é possível encontrar – através de uma simples pesquisa no seu motor de busca – programas para a codificação e descodificação de códigos QR, facto que facilita a sua aplicação, inclusive no setor da saúde. Conheça alguns exemplos:

Empresas farmacêuticas

Nos últimos anos, algumas empresas farmacêuticas começaram a introduzir códigos QR em embalagens de medicamentos com o objetivo de fornecer conteúdo extra ao consumidor. Normalmente, estes códigos QR permitem-lhe aceder a folhetos multilingues sobre a composição, os efeitos secundários, instruções de toma, etc. Ou seja, em vez de ter de ler um texto microscópico na lateral da embalagem ou no folheto, o consumidor pode aceder a informação detalhada, de forma simples e descomplicada.

Equipamento médico

Para fornecer informação sobre como operar e manter o equipamento médico em bom estado, algumas empresas de produção optam por fixar códigos QR nos aparelhos. Através deles, qualquer profissional de saúde pode facilmente aceder a informação detalhada sobre o funcionamento do equipamento em questão.

Farmácias

Os cógigos QR foram primeiramente introduzidos nas farmácias portuguesas a 9 de fevereiro de 2019, com o intuito de evitar a contrafação e melhorar o controlo de lotes e validades. Em Portugal, a MVO Portugal “entidade responsável pela implementação e operação do sistema nacional de verificação de medicamentos – gere e supervisiona todos os mecanismos de controlo.

Assim, através da introdução de barras bidimensionais DataMatrix (standard GS1) nas embalagens de medicamentos, apelidadas como “identificadores únicos”, os elementos codificados (código do produto (GTIN), o número de série, o lote, a data de validade e o número de registo nacional) são rastreados desde o momento em que o medicamento sai da empresa produtora até que é entregue ao utente da farmácia. Neste sentido, todos “os utilizadores do sistema nacional (distribuidores, farmácias e estabelecimentos de cuidados de saúde)” executam “operações de verificação e desativação do identificador único” no sentido de verificar a autenticidade do medicamento e identificar eventuais anomalias. Isto acontece por intermédio do “onboarding partner (OBP)”, isto é, a entidade legal responsável por “efetuar o carregamento dos dados no hub europeu”.

Por exemplo, na AFP (Associação de Farmácias de Portugal), representante de cerca de 160 farmácias portuguesas, a Logitools é entidade legal perante a EMVO (European Medicines Verification Organisation) e, como tal, é responsável por efetuar o carregamento dos dados relativos às embalagens que circulam nessas mesmas farmácias no hub europeu.

A par disto, os códigos QR começam a ser utilizados como um novo meio de comunicação e informação. Neste sentido, muitas farmácias e parafarmácias optam por incorporar códigos QR em folhetos promocionais, cartazes ou até mesmo em sacos. Aqui, o objetivo é encaminhar os seus utentes para o seu website, oferecendo-lhes informação adicional sobre a sua prestação de serviços. Desta forma, o utente pode consultar horários de abertura, horários de fecho, turnos, consultas ou eventos. Poderá também ser direcionado para outro tipo de conteúdo, sejam vídeos, inquéritos, redes sociais, manuais…enfim, as possibilidades são infinitas. As vantagens? Tudo isto acontece de forma rápida, informal, conveniente e eficaz!

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