Traduzida para a língua de camões, a palavra inglesa “market” significa “mercado” ou “feira”. Ora, quem pensa em mercado, imagina um aglomerado relativamente extenso de vendedores que expõe e vende produtos. Uma realidade em muito semelhante àquela que circunscreve a do marketplace, apenas com uma ligeira diferença: este mercado acontece online!

O que é um Marketplace?

Marketplace é um site de comércio eletrónico, onde várias empresas têm oportunidade de vender, de forma indireta, os seus produtos a um público mais diversificado e alargado. Nestes sites, todas as transações são processadas pelo seu proprietário (ou proprietários), existindo sempre um mediador entre a pessoa que consume e as pessoas que vendem. Exemplos concretos deste tipo de plataformas são a Amazon, o AliExpress, o eBay ou a portuguesa Dott.

Vale a pena reter que um marketplace não é uma loja online. Enquanto que no marketplace o comprador tem acesso a um vasto leque de produtos, de múltiplas e distintas marcas, na loja online, o consumidor só tem acesso aos produtos e serviços de uma determinada marca ou empresa.

Contudo, o marketplace é bem mais que um mero expositor virtual. Ele oferece condições convenientes de compra e venda. Já que, se por um lado o comprador tem acesso a informação pertinente sobre o produto que entende comprar, por outro, os vendedores têm uma oportunidade de expandir o seu negócio, sem necessidade de grandes investimentos.

Em escala, o marketplace é uma ferramenta que ajuda a farmácia a aumentar o número de vendas e a gerar maior interesse para um determinado produto. De forma geral, uma plataforma de marketplace oferece maior flexibilidade e escalabilidade à farmácia, gerando receitas recorrentes. No entanto, neste modelo de negócio, a Brand Identity e a relação com o consumidor são fatores secundários. Ao contrário de uma plataforma de e-commerce customizada, o marketplace exige uma comissão sobre os artigos vendidos e não recria a experiência de compra do utente na farmácia.

Existem diferentes tipos de Marketplace?

Sim. Os marketplaces não são todos iguais. Atualmente, com a crescente popularidade do e-commerce e da digitalização, um marketplace pode pertencer a uma de quatro categorias, entre elas:

1 – Marketplace B2B (business-to-business) – Quando o marketplace serve de intermediário entre empresas e fornecedores, ele é apelidado de Marketplace B2B. Estas plataformas são geralmente operadas e administradas por terceiros, o que se traduz numa maior capacidade de distribuição para as empresas envolvidas nas transações.

Desta forma, não existe necessidade de criar uma plataforma de raiz ou de realizar um investimento inicial avultado. Com o marketplace B2B os processos de compra e venda são otimizados, agilizando as negociações entre empresas.

2 – Marketplace B2C (business-to-consumer) – O termo “business-to-consumer” (B2C) refere-se ao processo de venda de produtos e serviços entre uma empresa ou marca e os seus clientes. Trata-se da categoria mais comum de marketplace. Sendo um meio facilitador de compra e venda, a Amazon foi a plataforma pioneira neste setor quando, na década de 90, fez nascer o primeiro site B2C a converter milhões de utilizadores à volta do mundo para o comércio online.

3 – Marketplace C2C (consumer-to-consumer) – Consumer to consumer (ou C2C) é um modelo de negócios que facilita o comércio entre particulares. Enquanto facilitadora da troca de bens ou serviços, esta categoria de comércio eletrónico conecta pessoas de forma simples e imediata. Entre os exemplos mais populares de marketplace C2C está o OLX.

4 – Marketplace P2P (peer-to-peer) – Um marketplace peer-to-peer é uma plataforma online que serve como meio de conexão entre pessoas que precisam de determinado produto e pessoas que estão dispostas a colocar esse mesmo produto à sua disposição, por um período pré-definido e limitado. Basicamente, isto consiste no aluguer de carros, motas ou casas, otimizando recursos por meio da reutilização. Entre as plataformas mais populares de P2P está o Airbnb.

Como funciona um Marketplace para farmácias?

A realidade é que qualquer empresa, independentemente do setor, tem um inventário. Uma lista de produtos e serviços que coloca à disposição do público. No caso das farmácias, esta lista é composta por um conjunto diversificado de produtos, entre eles os produtos de parafarmácia. Produtos que poderão ser vendidos através de um intermediário como um marketplace. Basta selecionar aquele que melhor se ajusta à imagem da farmácia (tendo em consideração termos e condições), entrar em contacto com a dita plataforma e enviar toda a informação adjacente a cada item. Fácil.

Essencialmente, isto significa que, sem grande investimento ou trabalho relacionado com o pagamento e processamento de ordens, as farmácias podem transformar um pequeno negócio local, num negócio com alcance nacional – especialmente num período conturbado como o atual, onde o distanciamento social não é só uma obrigação: é uma necessidade!

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